Dois engenheiros mecânicos, Felipe Wotecoski e Juliano Rataiczyk, construíram uma mini usina hidrelétrica, a partir de seus conhecimentos e habilidades na área. Os engenheiros criaram a Metha, startup, que recebeu apoio no Programa Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (FINEP), para receber R$ 1 milhão que deve alavancar uma linha de montagem com seleção de distribuidores do equipamento em todo o Brasil
O protótipo da mini usina desenvolvida dentro do Vale do Pinhão, com capacidade de geração de até 720 Kilowatts/hora/mês - o que resulta numa economia de cerca de R$ 500,00 mensais na conta de luz - foi desenvolvido numa chácara em Antonina, de propriedade de Daniel Collere e já está pronta para ser instalada em residências que possuam no quintal, alguma fonte de água.
Leia a matéria.
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Curitiba ganha destaque como a cidade mais "inteligente" do país
Com avanços em indicadores de empreendedorismo, tecnologia e inovação, governança e urbanismo, Curitiba passa à frente de São Paulo, considerada a mais "inteligente do país".
Com conceito mais abrangente, o termo "cidade inteligente" é ser uma cidade economicamente viável e sustentável, com o uso da tecnologia para alcançar esses objetivos.
Leia a matéria.
Com conceito mais abrangente, o termo "cidade inteligente" é ser uma cidade economicamente viável e sustentável, com o uso da tecnologia para alcançar esses objetivos.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Mercado Livre abre oportunidade em e-commerce para startups com soluções inovadoras
Startups com projetos inovadores em e-commerce podem se inscrever para o MELI Pitch, iniciatica voltada ao desenvolvimento de startups inseridas no ecossistema digital e comércio.
As inscrições estão abertas até o dia 20 de agosto de 2018 (A avaliação será somente para empresas operacionais e que estejam em estágios de Seed Capital ou Series A). Projetos inovadores para e-commerce, especialmente na área de logística e finanças podem ser inscritos e concorrer à oportunidade de apresentar suas soluções a investidores.
Oito entre os inscritos serão convidados a apresentar seus negócios durante o Mercado Livre Experience, a ser realizado no dia 1º de setembro em São Paulo, megaevento que espera receber cerca de 10 mil pessoas para debater sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios. Leia toda a matéria.
Sicredi lança programa de incentivo à inovação com startups
O Sicredi anunciou o lançamento do Programa Inovar Juntos, com inscrições abertas até o dia 31 de agosto de 2018. Trata-se de um programa com o propósito de apoiar a inovação e gerar mais valor aos associados da instituição financeira cooperativa. Voltado a Startups que atuem na otimização da triagem de currículos, conexão de associados pessoa jurídica e pessoa física (market place), gestão de gastos de viagens e reembolsos, segurança, coleta de dados para o perfil do investidor, gameficação e outros processos internos de controle, o Programa Inovar Juntos convida empreendedores a participar da expansão dos negócios junto ao Sicredi. As inscrições podem ser realizadas por meio do site: https://lp.startse.com.br/programa/sicredi-startse/
domingo, 11 de março de 2018
Ozires Silva: O homem maior que seu currículo
Ricardo Dellamea - Assessor da Diretoria do SEBRAE-PR.
Já deve ter acontecido com você: conhece a pessoa pelo currículo e, quando a conhece pessoalmente, a sensação é que a pessoa é “...muito menos” do que lá está contido. Uma decepção. Com Ozires Silva, aconteceu ao contrário: ainda não o conhecendo pessoalmente sabia “apenas” que o “Dr. Ozires” (forma como se referia a ele o pessoal do ISAE/FGV que me convidou a encontra-lo), tinha sido presidente da Varig, presidente da Petrobrás, fundador da Embraer e Ministro das Comunicações o que, por si só, já seria algo notável. Como detalhe curioso, sempre o achei fisicamente um sósia perfeito do Dr. Smith da série “Perdidos no Espaço” (os que já passaram dos 40 hão de lembrar de quem estou falando).
Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/ozires-silva-o-homem-maior-que-seu-currículo-ricardo-dellamea/
A primeira vez que o vi pessoalmente, e que confirmou mais uma vez a semelhança física com o Dr. Smith, foi lá pelo início dos anos 2000 em uma reunião na FIESP. Entretanto, nunca tinha tido a oportunidade de conversar, interagir com o “Dr. Ozires”. Graças a Cátedra criada em sua homenagem pelo ISAE/FGV, esse momento se aproximava. Ele chegou até a sala onde o aguardávamos e, já ao cumprimenta-lo, senti aquele olhar profundo e direto, que tantas coisas já havia vivenciado, que te fulmina, gerando cumplicidade e conexão. De imediato, cativou a todos os presentes: uma mescla de extrema humildade, sorriso cativante, experiência vivida e fluidez na conversa que logo se encaminhou para uma primeira (de muitas) estória falando “...daquela vez...” que, ainda jovem piloto voando para o serviço postal brasileiro, pilotando um Catalina (modelo de hidroavião), aterrissou num afluente do Rio Amazonas na fronteira Noroeste do Brasil (provavelmente com o Peru ou a Colômbia, imagino). À beira do rio, um matuto observava aquela cena improvável de um avião enorme pousando na água e indo aterrar em sua direção. O copiloto abre a escotilha localizada no teto da cabine do avião e dispara com certa ironia:
- Bom dia! Aqui que termina o Brasil?
O Caboclo sem titubear:
- Não, aqui começa o Brasil!
Dr. Ozires, observando aquela inusitada cena e usando de sua incrível capacidade de tirar aprendizados de todas as situações tem um “insight”: ...um caboclo matuto, no meio da Amazônia, que tenha uma visão grandiosa de nação como essa é uma coisa notável. A partir daquele dia, segundo ele, reafirmaram-se suas convicções de que o Brasil tem jeito e haveria sim de se constituir numa grande e integrada nação. Depois de arrancar gargalhadas dos presentes, aquele momento de reflexão mais profunda e “processamento” da lição aprendida. Alguns anos depois desse fato narrado, voava o primeiro protótipo do “Bandeirante” e estava criada a Embraer, hoje flertada pela Boeing. O Dr. Ozires, que nos empresta seu nome para conduzir o prêmio e a cátedra de empreendedorismo e inovação sustentável, é isso: uma alma iluminada que nos faz acreditar na engenhosidade humana de pensar, idealizar e trabalhar com retidão de propósitos, independente do que os outros pensem ou de qual seja o “entorno”, o contexto vigente. O que seria isso senão uma sinapse que dispara e catalisa o potencial de inovação e empreendedorismo contido nas pessoas que o conhecem? No contexto de país que nos encontramos, Dr. Ozires é quase um anti-herói: octogenário, longe dos holofotes, lidera pelo exemplo de coisas VIVIDAS e FEITAS com extrema humildade e um enorme desejo (e iniciativa) de compartilhar, integrar, sempre acreditando na capacidade de transformação através da educação. O Prêmio e a Cátedra Ozires Silva é a tentativa de multiplicar, amplificar e perenizar este lampejo de maestria contido em um homem muito maior que seu currículo, inspirando pessoas empreendedoras num ambiente extremamente carente de lideranças e valores. E assim tem sido nos últimos dez anos: uma estória contada, várias gargalhadas e uma reflexão profunda e inspiradora fica pairando sobre nós. Obrigado “Dr. Ozires”!
(texto elaborado por ocasião da realização da 11ª edição do Prêmio Ozires Silva de Inovação e Empreendedorismo Sustententável, que premiou os projetos de inovação sustentável no dia 07.02.18 com a marcante presença de Ozires Silva em Curitiba).
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Cátedra Ozires Silva lança Índice de Cultura Empreendedora nas Escolas
O lançamento do Índice de Cultura Empreendedora nas Escolas acontecerá dia 06/06/2017 às 19h, no Auditório do Sinepe/PR que está localizado na Rua Guararapes, 2.028 – Vila Izabel – Curitiba/PR.
Para participar, basta se inscrever no link abaixo ou ir direto à página de inscrição clicando aqui.
O Índice de Cultura Empreendedora nas Escolas (INDCEE) é uma iniciativa desenvolvida pelo IBQP no âmbito da Cátedra Ozires Silva de Empreendedorismo, Inovação e Sustentabilidade, que se propõe a servir como referencial e métrica de autoavaliação para que escolas de ensino básico possam conceber ou aprimorar estratégias consistentes de promoção e disseminação da Cultura Empreendedora e estímulo ao ímpeto empreendedor em seus alunos.
(Fonte: http://sinepepr.org.br/Agenda_Eventos/1_sem_2017/06_06_2017_Gustavo.html)
O coordenador deste projeto na Cátedra, o gestor do IBPQ Gustavo Fanaya e o Setor de Educação Profissional e Tecnológica da UFPR (SEPT) estão atuando em parceria para criar as métricas do INDCEE e transformá-lo em uma aplicação que poderá ser utilizada facilmente, a partir da internet, por professores, administradores e estudantes das Escolas de todo Brasil.
(Fonte: Boletim SEPT, ano 3, no. 3-17, p. 5)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Os 10 anos do Prêmio Ozires Silva viram livro!
Em meio a tantas mudanças no cenário nacional, completar 10 anos de bons exemplos para os empreendedores brasileiros é um feito único e precisa ser devidamente registrado.
Por isso, durante a realização da décima edição do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, o comitê executivo da Cátedra Ozires Silva lançou uma publicação muito especial organizada pelos professores e pesquisadores John Jackson Buettgen, Juliana Oliveira Nascimento, Maíra Oliveira Ruggi, Patrícia Charvet e com a participação especial do próprio Ozires Silva.
O livro Empreendedorismo, Sustentabilidade e Inovação no Brasil. Prêmio Ozires Silva: 10 anos reconhecendo ideias de valor traz uma análise teórica e prática dos projetos vencedores de todas as edições desta premiação.
Cada capítulo apresenta uma entrevista com pessoas das organizações premiadas e uma análise mais aprofundada de conceitos, ferramentas e práticas relacionadas aos projetos vencedores. São mais de 10 autores colaboradores com experiência teórica e prática sobre estes temas que nos brindam com histórias e análises enriquecedoras para quem deseja empreender.
Para acessar e baixar o livro clique aqui!
Foto: John Jackson Buettgen
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Chamada para a segunda edição
A equipe da REVISE informa que está aberta a chamada para o segundo número!
Agradecemos a todos os autores que enviaram artigos para a primeira edição da revista e informamos aos autores que encaminharam artigos que não foram publicados na edição de lançamento, para aguardarem que estamos revisando-os para a próxima edição.
Para acessar a revista clique aqui.
Aguardamos otimistas a sua submissão!
Atenciosamente,
Equipe Editorial
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Comunicamos a todos os nossos seguidores e entusiastas de Empreendedorismo e Inovação Sustentáveis que estamos lançando a revista acadêmica da Cátedra Ozires Silva.
A Revista de Empreendedorismo e Inovação Sustentáveis (REVISE) é um periódico para publicação de trabalhos acadêmicos como:
- Artigos teórico-empíricos ou desenvolvimentos teóricos; e
- Resenhas de Revisão de Obras, Relatos de Experiências e Estudos de Caso e de propostas de Ensino.
A REVISE terá fluxo contínuo para submissão de trabalhos.
Nossa meta é lançar o primeiro número da REVISE dia 01/08/2016.
Para isso contamos com a sua contribuição como autor e/ou revisor de artigos.
Estaremos a disposição para sanar quaisquer dúvidas e encaminhar mais informações.
"Podemos sacolejar o país e transformá-lo para que seja diferente do que é hoje." (Ozires Silva, 2014)
Cordialmente,
Luciano Minghini
Editor REVISE
Editor REVISE
Aceitam-se trabalhos- RELISE
REVISTA LIVRE DE SUSTENTABILIDADE E EMPREENDEDORISMO
Revista destinada à divulgação de textos sobre empreendedorismo e sustentabilidade. Aceitam-se trabalhos que abordem qualquer aspecto desses campos do conhecimento. São aceitas contribuições trabalhos na forma de ensaios teóricos, relatos de pesquisa, notas, comunicações e resenhas sob os mais diversos enfoques ou abordagens teóricas e metodológicas.
Contribuições para a RELISE podem ser submetidas a qualquer momento, pois ela funciona em fluxo contínuo publicando os textos em ordem de recebimento em três números por ano.
Contribuições para a RELISE podem ser submetidas a qualquer momento, pois ela funciona em fluxo contínuo publicando os textos em ordem de recebimento em três números por ano.
terça-feira, 3 de maio de 2016
REVISTA LIVRE DE SUSTENTABILIDADE E EMPREENDEDORISMO
FOCO E ESCOPO
Revista destinada à divulgação de textos sobre empreendedorismo e sustentabilidade. Aceitam-se trabalhos que abordem qualquer aspecto desses campos do conhecimento. São aceitas contribuições trabalhos na forma de ensaios teóricos, relatos de pesquisa, notas, comunicações e resenhas sob os mais diversos enfoques ou abordagens teóricas e metodológicas.
Contribuições para a RELISE podem ser submetidas a qualquer momento, pois ela funciona em fluxo contínuo publicando os textos em ordem de recebimento em três números por ano.
POLÍTICA DE ACESSO LIVRE
Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Livro: "EDUCAÇÃO E PRÁTICA EMPREENDEDORA Uma coletânea de experiências e reflexões"
possível e necessário
buscar soluções efetivas para o empreendedorismo. Mostrar que
apesar do fato de que as dificuldades são inerentes ao ato de
empreender, também o prazer do atingimento dos objetivos é
igualmente presente. Para quem ainda não conhece o livro, aproveite para baixar.
"O conteúdo deste livro foi didaticamente dividido em duas grandes partes. A primeira dedicada a apresentação de experiências. Nos mostra que mesmo os casos de sucesso passaram por momentos de dificuldade. Portanto, nos remete a certeza de que a persistência é uma ferramenta ponderosa. A segunda parte apresenta reflexões sobre o ensino e o aprendizado de empreendedorismo. Lembre-se que somente a educação pode gerar mudanças significativas e duradouras, para isso as pessoas precisam efetivamente aprender. Ouvir falar não serve. Ter uma ideia vaga não serve. Fazer o que todos estão fazendo não serve. Somente o que serve é aprender realmente, pois somente assim o empreendedor saberá fazer bom uso do senso crítico e gerar uma realidade positiva. Aproveitem a obra. invistam tempo. A leitura vale a pena." Ozires Silva click para ler
quarta-feira, 2 de março de 2016
EDUCAÇÃO E PRÁTICA EMPREENDEDORA Uma coletânea de experiências e reflexões
Apresentação: Fabio Mello Fagundes John Jackson Buettgen Luciano Minghini
Muitas mudanças foram marcantes na história da humanidade.
Só para citar algumas, podem-se mencionar a revolução industrial, o acesso à
informação e a era do conhecimento. Possivelmente, estamos vivendo um novo
grande momento de mudanças, gerado pela evolução do empreendedorismo.
Empreender, que para Schumpeter significava destruir a ordem econômica vigente,
introduzindo novos produtos ou serviços, e que para Kirzner significava encontrar
uma posição de equilíbrio no caos, no fim das contas envolve enxergar
oportunidades enquanto as outras pessoas veem dificuldades.
Durante muitos anos, as instituições de ensino se
preocuparam em “formar pessoas para o mercado”. Contudo, os dias atuais exigem
que as pessoas se preparem para empreender, seja dentro de uma empresa
(intraempreendedorismo) ou fora (realizando seus próprios projetos ou
negócios). Sendo assim, esta obra foi pensada com o objetivo de trazer
experiências e reflexões sobre o ato de empreender e também sobre a educação
empreendedora.
A obra é composta de oito capítulos distribuídos nas duas
temáticas centrais: 1) Experiências sobre a prática empreendedora e 2)
Reflexões sobre a educação empreendedora.
Na primeira parte, Experiências sobre a prática
empreendedora, o leitor encontrará textos referentes à prática, sendo assim,
casos são apresentados. O primeiro capítulo, Empreendedorismo Inovador no
Mercado Imobiliário: Inovação, Cultura, Tecnologia e Desenvolvimento envolve o
ramo imobiliário e os desafios de empreender neste segmento. O segundo
capítulo, de nome Cultura da Inovação pela Educação, Cultura da Educação pela
Inovação: a Chave do Progresso Responsável, traz a cultura da inovação como
grande ponto de reflexão. O terceiro capítulo, Empreendedorismo sustentável: o
caso da empresa O Casulo Feliz (Maringá/PR), discute a sustentabilidade dos
negócios, algo muito pertinente nos dias atuais. O quarto capítulo, Trabalhar
na Indústria? Como?, trata das escolhas profissionais. O quinto capítulo,
Produtora de Cinema e TV: Um Caso de Empreendedorismo Feminino, traz a
experiência de três empreendedoras, seus erros e acertos como forma de
inspiração.
Na segunda parte, Reflexões sobre a educação empreendedora,
os textos têm caráter de análise sobre a educação com enfoque no
empreendedorismo. O quinto capítulo, Aprender, empreender e transformar, avalia
a evolução da educação empreendedora. O sexto capítulo, Educação sobre empreendedorismo
aplicado as escolas: usando um modelo de agrocenário motivador, explorado a
maneira dos cientistas, apresenta o modelo educacional EIS (Educação Integrada
Sustentável). O sétimo capítulo, Educação profissional e métodos
empreendedores: um olhar crítico às novas demandas de formação profissional,
trata das novas demandas de formação e a necessidade do empreendedorismo na
formação. O oitavo capítulo, Peer harmony: harmonização no desenvolvimento da
Educação e Prática Empreendedora 5 aprendizagem, trata da importância da
experiência como prática didática.
O livro foi pensado para alcançar e inspirar diferentes
públicos. Os exemplos de projetos empreendedores estimulam a iniciativa e
curiosidade daqueles que desejam iniciar uma empreitada e precisam buscar
conhecimento sobre o assunto. Os exemplos também servirão aos pais e educadores
que desejam ilustrar para os estudantes como é possível ser protagonista da sua
carreira e empreendimento. As reflexões sobre a educação empreendedora se
apresentam como uma troca de experiências e conceitos para orientar educadores
do ensino fundamental à graduação, consultores e demais profissionais que lidam
com a disseminação de conhecimento e ferramentas para a prática empreendedora.
Por fim, esta obra traz uma análise da percepção dos autores da Cátedra Ozires
Silva e seus convidados sobre o papel do empreendedorismo, das práticas
empreendedoras e de ensino voltadas ao empreendedorismo, para o desenvolvimento
do indivíduo, seus projetos e negócios em um ambiente de mudanças mais
complexas e velozes que vêm acirrar as relações competitivas entre as pessoas e
negócios. Aproveite a obra, as experiências e reflexões aqui apresentadas.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Educação e Prática Empreendedora - Uma coletânea de experiências e reflexões.
"O conteúdo deste livro foi didaticamente dividido em duas
grandes partes. A primeira dedicada a apresentação de
experiências. Nos mostra que mesmo os casos de sucesso
passaram por momentos de dificuldade. Portanto, nos remete a
certeza de que a persistência é uma ferramenta ponderosa. A
segunda parte apresenta reflexões sobre o ensino e o aprendizado
de empreendedorismo. Lembre-se que somente a educação pode
gerar mudanças significativas e duradouras, para isso as pessoas
precisam efetivamente aprender. Ouvir falar não serve. Ter uma
ideia vaga não serve. Fazer o que todos estão fazendo não serve.
Somente o que serve é aprender realmente, pois somente assim o
empreendedor saberá fazer bom uso do senso crítico e gerar uma
realidade positiva.
Aproveitem a obra. Invistam tempo. A leitura vale a pena."
Ozires Silva
Aproveitem a obra. Invistam tempo. A leitura vale a pena."
Ozires Silva
domingo, 14 de fevereiro de 2016
COS - Finaliza e apresenta o Planejamento Estratégico para 2016
Nos últimos quatro meses, (novembro, dezembro de 2015 e janeiro e fevereiro de 2016) o Comitê Executivo da Cátedra Ozires Silva de Empreendedorismo e Inovação Sustentáveis reuniu-se com o objetivo de definir seu Planejamento Estratégico e ações para o ano de 2016.
Além de discutir valores, objetivos e premissas centrais da Cátedra Ozires Silva (COS) o resultado foi a Elaboração do Mapeamento de Produção e entrega de Valor Agregado em metodologia Canvas que será apresentado ao senhor Ozires Silva no próximo dia 17/02.
Agora é preparar para por a mão na massa que vem muito trabalho pela frente.
Trabalhos estes norteados pelo legado de liderança, sustentabilidade, inovação e empreendedorismo do Dr. Ozires Silva, nosso líder inspirador.
Parceiros estratégicos:
Seressencial Soluções Empresariais
Consultores
Acadêmicos
Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável estreia a sua 9ª edição.
Uma iniciativa do Instituto Superior de Administração e Economia – ISAE e do Grupo Paranaense de Comunicação – GRPCOM, o
Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável estreia a sua 9ª edição.
O Prêmio irá reconhecer os melhores projetos nas áreas de empreendedorismo e sustentabilidade, que contribuam para o desenvolvimento da sociedade.
Entre as modalidades, temos:
empresarial, comunidade acadêmica e pessoa física.
Já os projetos, serão separados nas categorias
Empreendedorismo Econômico, Ambiental, Educacional e Social.
Data: 17/02
Horário: 19h30
Local: Museu da Vida – R. Jacarezinho, 1691 – Mercês, Curitiba – PR
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
Inovação e Cooperação: A Relação Universidade-Empresa
A Agência publica anualmente um livro que aborda temas referentes ao empreendedorismo e Inovação, visando auxiliar na compreensão da relação Universidade-Empresa. Esta edição se baseia em estudos e experiências sobre a evolução da inovação no Brasil, sobretudo no campo da gestão pública do transporte, esforços de inovação realizados por universidades em empreendedorismo e agronegócio, bem como alianças cooperativas e mecanismos de apoio que integram empresas, universidades e organizações sem fins lucrativos.
domingo, 27 de dezembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
A SUTIL DIFERENÇA ENTRE “FRACASSAR” E “ERRAR RÁPIDO” por Ricardo Schiffini Delamea
Passados aproximadamente 240 anos da revolução marcada
pela invenção da máquina a vapor de James Watt (1776), a Revolução Industrial,
percebo que as premissas de tratamento ao ser humano trabalhador desenvolvidas
na época, que pregavam a submissão via aversão ao risco, permanecem vivas e,
pior, sendo disseminadas e amplificadas principalmente nas organizações. Precisamos de
trabalhadores submissos, fiéis e produtivos. Prova disso é que os pubs londrinos fechavam às 8 da noite,
ou seja, os “patrões” controlavam até o horário de “lazer”. Se ficarem bebendo
não iriam trabalhar no dia seguinte. Até
hoje mantém-se viva a tradição de “tocar o sino” para a última rodada (“last orders!”).
Não há espaço para pensar, não há espaço para tentar. Valores
como “estabilidade”, “segurança” e “fidelidade à corporação”, entre outros,
permanecem muito atuais em nossa sociedade e repetidos como um mantra em muitas
organizações. Pessoas “normais” devem ter uma vida normal, sem sobressaltos ou
ousadias. Sem tentar nada.
Geramos milhões de “fracassados” (“losers”, quando na língua inglesa se quer ofender alguém) como
padrão de sociedade: aqueles que ficaram “no caminho” por não terem tentado ou
terem desistido na primeira tentativa são severamente penalizados: “...coitado do fulano: saiu do “emprego” para
montar seu próprio negócio e se deu mal”. Se você tentou e “...não deu
certo”, bordão muito questionável, com certeza, foi o preço pago por “sair dos
padrões” e é culpa inteiramente sua. Prova disso são alguns clichês banais e
aparentemente insubstituíveis que ouvimos, principalmente no discurso
corporativo: “...é melhor um pássaro na
mão que dois voando”; “..não vamos
reinventar a roda”; “...cautela e
canja de galinha não fazem mal a ninguém”!
Ora: na hipótese remota que você tenha um dia um
pássaro na mão, é bom soltá-lo. Em geral, é da natureza das aves voarem. Ficar
na sua mão não é uma coisa legal: ou ele irá cagar na sua mão logo, ou corre-se
o risco que o IBAMA autue-o e condene-o por crime ambiental inafiançável. Eu
avisei que não era legal.
Fazendo a analogia do pássaro com a “garantia” do emprego
“de carteira assinada”, qual seria então a vantagem de ter um pássaro na mão,
se você pode ser demitido a qualquer momento e não sabe fazer nada mais além do
que fazia quando empregado? Três pássaros voando, incluindo você enquanto
empreendedor, não seria mais sustentável e interessante? “...é melhor três pássaros voando que um na mão”!
“...não vamos reinventar a roda”! A roda vem sendo reinventada desde
a primeira vez que rodou. As primeiras eram de pedra! Alguém quer uma roda de
pedra (não reinventada)? Melhor seria “...não vamos reinventar a forma circular
porque ela é talvez a forma mais perfeita já inventada mas os materiais, o
conteúdo as funcionalidades e proposta de valor estão sendo reinventadas permanentemente.
Faça uma pesquisa na internet sobre as “rodas” do carro do futuro e irão ter
uma ideia que reinventar a roda é bom...
A propósito: porque as tampas de bueiros são circulares, algo parecido a
uma roda rudimentar, já foi inclusive questão do processo seletivo para trabalhar
na Google.
“...cautela e
canja de galinha não fazem mal a ninguém”! Caldo de galinha é comida de
doente, de convalescente. Alguém fora de seu estado são. Imagino que, se alguém
seguisse à risca esse conselho, tomando canja de galinha em todas as refeições
de sua vida, provavelmente morreria de desnutrição ou de tédio gastronômico.
Qual a vantagem de tomar caldo de galinha? Qual a vantagem de ser cauteloso na
vida? No genial poema épico de Dante Alighieri, “A divina comédia”, que narra o périplo pelo paraíso, inferno e
purgatório, em determinado momento o autor pondera: pior que o paraíso ou o
inferno é o limbo. Ou seja, aqueles que tiveram uma vida insignificante que não
mereceram, sequer, um julgamento. Há uma inveja latente daqueles que estão no
limbo para “ser algo” ainda que condenasse-o ao inferno, seria melhor.
Mas no meio do caminho havia a geração “Y”. Os jovens nascidos entre 1977 e 2000 sob um
contexto tecnológico nada “revolução industrial” e tudo “sociedade da
informação e do conhecimento”. Uma versão de Arquimedes repaginado: “...me deem um computador e um acesso à
internet e moverei o mundo”! Crescidas em uma época de grande prosperidade
econômica e tecnológica, seus pais os encheram de presentes e “mimos”
fomentando a autoestima dos filhos. Acostumados a obterem o que querem, não admitem
sujeitar-se às árduas tarefas subalternas de início de carreira de uma
organização, lutam por salários altos desde o início da carreira e não tem
paciência para esperar 20 anos para “evoluir na carreira” (...que inveja dessa
geração!).
Sendo assim, é de se imaginar que as pessoas dessa geração
troquem de emprego com frequência ou mesmo empreendam por conta própria em
grande número. Com o poder da informação distribuído e menor capacidade de
controle por parte das organizações, esta geração começa a estabelecer um
padrão de relacionamento diferenciado com o “trabalho” uma vez que, diferentemente
de seus pais, avós e bisavós, não viveram épocas de guerras e desemprego
severos. Começa a emergir então uma nova forma de abordar o processo de
“tentativa e erro” inerentes ao processo de inovação: temos que “errar rápido”
para chegar ao projeto bem-sucedido! E de fato isso é possível de se fazer! “Landing pages”, Canvas, mentoria, escalabilidade e aceleração,
entre outras ferramentas, começam a fazer parte de um novo cardápio
empreendedor muito mais ousado e rico de possibilidades que contribuem para
“errar rápido” com menos temores.
O medo de errar começa a ser substituído pela
vontade de errar, porém em ciclos curtos, gastando pouco e aprendendo muito.
Essa talvez seja a diferença mais radical com relação ao passado: lidar com a
“frustração” como um fato corriqueiro e não negativo. Eric Ries faz sucesso com
seu livro “A startup enxuta”. Quando
se trabalha “enxuto” (lean) pode-se errar muitas vezes porque os custos
do erro são minimizados e os ganhos de aprendizado são maximizados.
Começamos
a ver um comportamento ousado, desafiante, inovador. Pai, me empresta um
capital para eu errar rápido? (Está instalado um choque de gerações). Eu só
empresto se tiver certeza que irá dar certo! Piá idiota? E em um banco, então,
como seria esta conversa? Mas quais são suas garantias reais para fazer isso?
O fato é que, de forma consciente ou
inconscientemente, esta geração começou a desenvolver uma nova forma de lidar
com o ato de “fracassar”. Dizem as
lendas corporativas que, para trabalhar no Vale do Silício, na Califórnia, o
“bom” currículo é o daquele candidato que “quebrou” vários negócios. Quem nunca
vivenciou um fracasso não serve. Sendo assim, quero destacar esta pequena
grande diferença que começa-se a vislumbrar como um cromossoma do DNA das
gerações contemporâneas: viver é arriscar-se, lançar-se, empreender. Ou seria
tudo a mesma coisa? Tendo a pensar que sim.
É óbvio que o contexto social e tecnológico
ajuda um pouco nessa nova forma de tratar-se o fracasso, porém nada substitui a
iniciativa individual, com autoestima alta, de propor-se a fazer algo e
...fazer! Esta centelha, esta sinapse, que, como um lampejo divino, faz a ideia
se concretizar e isso a geração “Y” parece ter de sobra. Nelson Rodrigues, sem
ter conhecido a internet, em sua incomensurável sabedoria de vida, já havia
sacado isso. Agora é minha vez de usar um clichê: “Você erra 100% dos chutes que não dá”. “Fracasso” é não tentar. Uma
tentativa que não deu (ainda) resultado, chama-se “aprendizado”. Certamente não
estamos frente a uma geração perdida mas a uma geração de sábios, ainda que
incompreendida, como costumam ser todas as gerações revolucionárias.
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